segunda-feira, 12 de março de 2012

PARECE QUE FOI ONTEM


Dia 27 de janeiro deste ano (2012), a ESISTERE esteve no escritório da GERDAU junto com o seu pessoal de Recursos Humanos estimulando os membros do elenco a resgatar suas promessas de Reveillon/Ano Novo e cumpri-las.


É que nestes ritos de passagem, costumamos prometer as mudanças que queremos realizar em nossas vidas. Seja virada do ano ou aniversário, no nascimento de um filho ou neto, perder aqueles quilinhos, ter um estilo de vida mais ativo, cuidar mais da pele, ficar mais tempo com os pais / filhos / amigos / família. Não importa quais sejam as promessas nem os ritos de passagem. O que realmente importa é o plano para se "chegar lá". Afinal ¹perder quilos, envolve novo padrão alimentar e necessidade de mexer mais o corpo, ² passar mais tempo com os filhos, envolve readequação de agenda e renúncia de alguns outros compromissos e ³levar um estilo de vida mais ativo, uma dose de coragem extra para acordar mais cedo e mudar a programação da agenda.


Sim, estamos praticamente no meio do mês três e embora pareça que o "ano novo" tenha passado "faz tempo", ainda temos mais saldo a contar de hoje até o próximo para realizar as promessas que fizemos a nós mesmos.


Esta sensação de "parece que foi ontem", assim como para as promessas feitas, se repetirá em maio, julho ou agosto, quando o novo caminho estiver sendo percorrido. Seja o da caminhada diária, ou o de reservar as quartas-feiras a noite para brincar com os filhos, o de não responder e-mails aos domingos. Seja ele qual for, começar agora ou no máximo amanhã, fará em muito pouco tempo parecer que foio ontem.


Que tal começar?

sábado, 10 de março de 2012

A UTOPIA DA EMPRESA PERFEITA



Bom dia senhor! - Foi a saudação recebida pelo segurança que estava uniformizado, barbeado e sorria mesmo quando ao mesmo tempo que me cumprimentava, mantinha alto nível de atenção com os que passavam pela frente do prédio para manter a segurança de todos que ali trabalhavam.


Um novo e saudoso "Bom dia!" foi ouvido, imediatamente após cruzar a porta de entrada do edifício comercial que havia sido pronunciado por uma simpática recepcionista com olhar interessado em minha chegada e sua atenção totalmente voltada para me receber com sorriso e profissionalismo. O meu cadastro fora realizado com atenção e agilidade seguido de informações precisas e cordiais me indicando a direção da sala e comercial a que me destinava.


A faxineira, com um carrinho de limpeza bem organizado e também devidamente uniformizada, assentiu com a cabeça enquanto eu passava e se fez cordial e confiante.


Foram oito andares até chegar no escritório que me destinava. A secretária me aguardava em pé ao lado da porta já aberta e me estendera a mão ao mesmo tempo em que pronunciava meu nome dizendo que o profissional que eu havia agendado, já me aguardava em sua sala.


Embora o roteiro acima seja fictício, podemos imaginar que alcançar total ou parcialmente raramente uma realidade como esta não seria "obra do acaso". Mesmo empresas que investem em selecionar as pessoas certas para os setores e cargos mais apropriados as suas características comportamentais e capacitações, que mantém roteiro de treinamento consistente aliados a políticas de incentivos e gratificações raramente manterão níveis de excelência na percepção dos clientes. Diferentemente da história imaginada, o roteiro do nosso dia a dia conta o que acontece com empresas que tem pouca ou nenhuma orientação em promover o melhor de cada colaborador.


Cada empresa precisa decidir como deseja a experiência de seus clientes, elaborar um plano para que este patamar seja atingido e tenha seus estágios desenhados até que os planos tornem-se realidade.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

consumidores escolhem marcas com defeitos

  1. A decepção dos consumidores com o comportamento corporativo está (finalmente) se transformando em repugnância generalizada. Como resultado, qualquer marca que pode mostrar um modelo de negócio diferente será recebido (e merecidamente) de braços abertos.
    • Quase 85% dos consumidores no mundo inteiro esperam que as empresas se envolvam ativamente no avanço do bem-estar coletivo, um aumento de 15% comparado com 2010(Fonte: Havas Media, novembro de 2011).
    • Porém, somente 28% das pessoas acham que as empresas estão trabalhando bastante para resolver os grandes desafios sociais e ambientais (Fonte: Havas Media, novembro de 2011).
  2. Os consumidores são cada vez mais conscientes de que personalidade e resultados podem ser compatíveis (exemplos: Zappos, Patagonia, Tom’s, Ben & Jerry’s, Michel et Augustin e Zalando, entre outros). A medida que certas empresas obtêm sucesso ao mesmo tempo em que continuam sendo justas, prestativas, divertidas ou até mesmo um pouco "humanas", os consumidores ficarão cada vez mais desiludidos ao lidar com marcas tradicionais, insossas e impessoais.
    • A maioria das pessoas não se importaria se 70% das marcas deixassem de existir (Fonte: Havas Media, novembro de 2011).
  3. A cultura online é a cultura verdadeira, e as fachadas "corporativas" inflexíveis e insossas estão na contramão dos consumidores que vivem conectados e que têm o hábito de comunicar imediata, aberta e cruamente (veja também MATURIALISM). Além do mais, as pessoas hoje dividem e transmitem abertamente suas vidas online - inclusive seus defeitos - e assim esperam cada vez mais que as marcas façam o mesmo.
  4. Em fim, a natureza humana diz que as pessoas têm dificuldades em estabelecer um elo verdadeiro,se aproximar, ou realmente confiar em outros humanos que fingem não ter fraquezas, defeitos, ou erros - e tratam as marcas da mesma forma.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

as tais redes sociais

A internet será uma das grandes alavancas para que tudo isso aconteça. Já percebemos de uma forma mais expressiva a presença de pequenas e médias empresas expondo seus produtos e serviços através da internet. Quando falamos de redes sociais, ainda há muito para desbravar por parte desses empresários, pois com elas, é possível levar uma empresa às alturas em minutos.

Outro ponto importante a se discutir é que as redes sociais possibilitarão cada vez mais a criação de grandes alianças empresariais no futuro, onde duas ou mais empresas independentes poderão cooperar entre si nas atividades empresariais. Essa cooperação pode ocorrer através da troca de bens ou informação, produtos ou recursos. As vantagens das alianças empresariais podem ser resumidas na divisão dos custos, tecnologia, transferências e na troca de informação. Para esses pequenos e médios empresários, a vantagem está no fortalecimento da empresa no mercado competidor uma vez que ela faz parte de uma aliança com outras empresas.

Segundo Kleber Pinto, especialista de internet e mídias sociais da midiaria.com, toda ação que é realizada nas redes sociais precisa sempre ser elaborada de forma estratégica e muito bem pensada, para que não se transforme em “obesidade de informação”, ou até mesmo em uma imagem negativa para a marca. Porém, esse é o grande caminho para pequenos e médios empresários investirem para o ganho de escala de imagem a nível mundial.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

trendwatching.com


Acabou de sair o relatório das tendencias mundiais de fevereiro.

Abaixo, somente o titulo e a descrição inicial.

Fevereiro de 2012 | Consumidores usuários de smartphones estão abraçando um novo mundo onde podem descobrir mais sobre (senão comprar) quase qualquer coisa que encontrem pelo planeta, a qualquer hora. Aprenda com as marcas que já estão lucrando com esta tendência e vá fundo!

NÃO PERCA POR NADA DESTE PLANETA!!

boa leitura

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

sir Richard Branson, um cavaleiro britanico no mundo dos negocios

COLUNA DO RICHARD BRANSON

"Rebranding" pode ser muito poderoso para a empresa se for bem avaliado

Richard Branson

P: Muitas companhias gastam muito dinheiro com o “rebranding”. É necessário mudar o nome de uma companhia quando ela muda de dono? E é certo ter uma marca só para todas as suas companhias? Isso pode afetar a confiança dos consumidores nos vários produtos e serviços que se oferece?

- Tanga Roy, Quênia

Acabo de passar três dias viajando pelo Reino Unido por conta do lançamento do Virgin Money, nosso novo banco, logo após a aquisição do Northern Rock, que foi nacionalizado em 2008 e adquirido por nós em 1º de janeiro deste ano. O processo de mudar a marca das 75 agências do Northern Rok ao longo dos próximos nove meses nos fornecerá uma plataforma distinta para sacudir o setor. Teremos novas placas, nova mobília e um ar mais convidativo – nossa equipe não trabalhará atrás de barricadas de vidro. Estes serão os primeiros passos, mas a remodelagem da marca precisa ir mais fundo, dentro da própria cultura do negócio, fornecendo liderança, inspiração e um espírito de empoderamento para os 20 mil funcionários que acabaram de entrar para o Virgin Money.

Dito isso, estávamos preocupados com a mudança do nome Northern Rock, principalmente porque o banco é bastante conhecido, especialmente no nordeste da Inglaterra – temíamos que isso pudesse criar animosidade entre clientes de longa data e nossos novos funcionários, que estão orgulhosos do negócio. Mas houve entusiasmo e excitação genuínos nos eventos de lançamento, e a equipe do Virgin foi muito bem recebida.

Embora a decisão sobre quando mudar o nome de uma companhia que adquirimos dependa de muitos fatores, descobrimos que, longe de impedir nosso crescimento, colocar o nosso Virgin nos negócios que foram comprados fez com que eles ganhassem mais força e criassem uma cultura muito diferente, que liga as dezenas de companhias do nosso grupo, através de uma série de setores. O Virgin Money está usando a história do nosso grupo como pedra fundamental para uma campanha de marketing para muar o nome do Northern Rock – os anúncios mostrarão que mudamos muitas companhias para melhor.

Nossa abordagem do reposicionamento de marca foi bem sucedida porque construímos o Virgin Group sobre uma missão simples: fazer as coisas de um jeito diferente para nossos clientes, melhorar sua experiência e talvez suas vidas. Não importa se você estiver em um de nossos aviões, se for membro de um de nossos clubes de saúde ou se falar com um amigo usando um de nossos serviços de telefonia celular: a experiência deve se sobressair como uma experiência distinta do grupo Virgin.

Clientes que foram solicitados a descrever a experiência Virgin podem apontar para a alegre solicitude de nossos funcionários; nosso foco num design simples e bem pensado; a forma como acrescentamos um toque humano sempre que possível; e também o nosso humor. Todo o pacote deveria fazer os consumidores se sentirem bem em relação à nossa marca e quererem voltar.

Manter a confiança do consumidor na marca é a chave, e então sempre que consideramos colocar nossa marca numa companhia já existente, olhamos de perto para o propósito do negócio, o serviço, a qualidade e o treinamento das pessoas antes de colocar nosso logo distinto e pintar de vermelho.

Quando estávamos nos preparando para lançar a Virgin Trains no final dos anos 90, executivos do setor riram de nossos planos de construir uma nova frota de trens, com melhores serviços e alimentação – ao lado de nosso objetivo de dobrar o número de passageiros. Isso era impossível, diziam. E uma vez que não conseguimos comprar novos trens por alguns anos, não tivemos opção a não ser repintar os carros que herdamos da British Rail.

Um de nossos primeiros passos foi treinar nossa equipe para mudar a forma como ela lida com os consumidores, e isso provou ser a melhor iniciativa possível de “rebranding”; nossa equipe ajudou os consumidores durante o difícil período de atrasos e reforma. Nos anos que se seguiram, nossa nova frota de trens, trilhos modernizados e viagens mais rápidas ajudaram nossos funcionários a oferecer um serviço melhor do que nunca, e conquistamos uma das melhores avaliações de consumidores no setor. Os números de passageiros mais do que dobrou desde 2006.

Quando estávamos nos preparando para lançar a Virgin Media em 2006, com o objetivo de oferecer serviços de cabo, internet, linhas terrestres e telefonia celular, optamos por uma abordagem mais cautelosa. Em vez de reposicionar a marca da companhia imediatamente, garantimos que as duas empresas que se juntaram para criar a NTL:Telewest estavam em dia com seus novos produtos e serviços de atendimento ao consumidor – e completamos sua fusão com nossa companhia, a Virgin Mobile – antes de embarcar no grande rebranding da Virgin Media. Fizemos isso em parte porque temíamos que a NTL:Telewest não conseguisse atingir o nível de serviço que esperávamos de uma empresa Virgin. A companhia fornecia banda larga, cabo e serviço de telefonia para mais de 5 milhões de lares: qualquer problema ou serviço ruim oferecido com o nome da Virgin afetaria nossas outras empresas.

Depois de mais de um ano, batizamos a NTL:Telewest como Virgin Media e durante os anos seguintes, a companhia treinou sua equipe, reformulou seu propósito de negócio e melhorou seus produtos. Agora ela está investindo pesadamente na marca Virgin, incluindo uma nova campanha de publicidade humorística com o corredor olímpico Usain Bolt.

Por fim, se você estiver considerando se coloca sua marca numa empresa ou companhia recém-adquirida, lembre-se de compartilhar com seus novos funcionários a mensagem de seu propósito e cultura. Reúna-se com eles, anote suas sugestões e faça um acompanhamento. Com o apoio e o entusiasmo deles, você ganhará clientes, aumentará o conhecimento de sua companhia, expandirá suas ofertas, e tirará muito mais valor desse “rebranding”.

Tradutor: Eloise De Vylder

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

redes sociais são o caminho, obvio

Índice geralSão Paulo, sexta-feira, 27 de janeiro de 2012Mercado
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Magazine Luiza amplia comércio em redes sociais

Rede quer chegar a 10 mil lojas no Facebook e no Orkut até o fim do ano

Grupo Pão de Açúcar, com as marcas Extra e Ponto Frio, também comercializa produtos usando lojas virtuais

CAMILA FUSCO
DE SÃO PAULO

A varejista Magazine Luiza anunciou a ampliação de seu projeto de vendas pelas redes sociais Facebook e Orkut.

Chamada de Magazine Você, a iniciativa permite que os internautas criem uma espécie de loja virtual personalizada, com sua seleção de até 60 produtos do site da rede.

Com isso, podem sugerir os produtos aos amigos, escrever comentários e ainda ganhar entre 2,5% e 4,5% de comissão sobre as vendas de cada item. A transação da venda é processada diretamente no site do Magazine Luiza.

A expectativa é que o projeto chegue a 10 mil lojas de internautas até o fim de 2012.

O Magazine Você começou há quatro meses, mas somente parentes de funcionários podiam ter suas lojas nas redes sociais. Cerca de mil lojas foram criadas desde então, sendo 70% no Facebook.

Segundo Frederico Trajano, diretor de marketing e vendas do Magazine Luiza, a ideia é integrar a venda direta -que movimenta R$ 26 bilhões por ano no Brasil em redes como Natura e Avon- à aceitação das redes sociais entre os brasileiros.

Como garota-propaganda do Magazine Você, a rede contratou a estudante Luiza Rabello, 17, que ganhou popularidade após o vídeo protagonizado pelo pai, o colunista social Gerardo Rabello. Nele, Rabello dizia que a família estava reunida para conhecer um projeto imobiliário, "menos Luiza, que está no Canadá". A jovem chegou ao país há uma semana.

Hoje, além do Magazine Luiza, redes como Extra e Ponto Frio mantêm lojas nas redes sociais. Pela página do Extra no Facebook, por exemplo, é possível ver vídeos e produtos, que podem ser comprados diretamente na loja virtual.

Segundo estudo da consultoria Gouvêa de Souza (GS&MD) com 10,5 mil pessoas em 15 países, 28% dos internautas ouvidos já compraram itens pelas redes sociais.

Os brasileiros estão entre os maiores entusiastas do modelo: 60% dos entrevistados disseram usar o comércio social.